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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Brasília volta a vencer o Flamengo e rouba do rival a liderança do NBB
A mão calibrada da linha dos três fez acender a luz amarela para o Flamengo. Guilherme Giovannoni não tinha na marcação um obstáculo e puxava o ritmo de sua equipe. O controle do jogo só mudou de lado depois do puxão de orelhas do técnico Gonzalo Garcia no pedido de tempo. Era preciso rodar mais a bola no ataque e defender melhor. Dito e feito. Os espaços no garrafão ficaram menores o Brasília começou a se precipitar. Teichmann e Bábby se apresentaram e ajudaram o Rubro-Negro, que marcou seis pontos seguidos, a fechar o primeiro quarto na frente: 24 a 17.
Diferença que não demorou muito tempo para chegar aos 10 pontos (39 a 29). O time da casa tinha dificuldades para se encontrar. Os erros ofensivos aconteciam com mais frequência do que o habitual. A velocidade dava lugar à lentidão, Alex, o coração da equipe, seguia sumido e o Flamengo agradecia. No único lampejo no segundo período, bem no finalzinho, o atual campeão do NBB conseguiu se aproximar no marcador e equilibrar novamente as ações: 41 a 37.
Aquele Brasília apático ficou no vestiário. O que veio para a quadra fazia um bom trabalho defensivo, estava bem nas antecipações e contava com Arthur. Com ele, o time chegou à virada (49 a 47). Mas era pouco. O time queria passar a pressão para o adversário e se impor. Conseguiu. Abriu 58 a 52 e ganhou ainda mais fôlego no último minuto do terceiro quarto. Recuperado de uma lesão, Jefferson deixou o banco de reservas mas teve pouca chance de dar sua contribuição para o Flamengo. Restando 39s, uma falta de Bábby em Alex fez o clima esquentar. O ala-armador não gostou, se exaltou, fez Marcelinho reclamar com a arbitragem e tomar uma falta técnica: 63 a 57.
Dali em diante, os anfitriões não olharam mais para trás. O jogo fluiu com tranquilidade, diante de um Flamengo que falhava mais do que devia. Enquanto isso, tudo dava certo do outro lado. Alírio entrou bem na partida e até mesmo um ataque que parecia perdido acabou em cesta. Nezinho foi ao chão, manteve a bola viva, e encontrou Alex que deu um passe perfeito para Arthur. Já eram 18 pontos de vantagem, o Flamengo já estava abatido e mais vitória no bolso.
- Acho que nós tivemos um bom momento no primeiro tempo, mas acabamos nos desligando um pouco e eles se aproveitaram disso. Não tivemos a mesma consistência no ataque e não soubemos minar a defesa deles. O melhor momento deles no jogo foi o nosso pior - lamentou Marcelinho, cestinha do confronto com 26 pontos, que reclamou também da arbitragem.
Barcelona lança marca de refrigerante em março
Um refrigerante com sabor de vitória. A frase não é, mas bem que poderia servir como slogan para o mais novo produto do Barcelona. Em março, será lançado o refrigerante do clube espanhol.
Trata-se do fruto da parceria entre o Barça e a marca de refrigerante peruana Big Cola. A bebida, nos sabores cola e guaraná, terá importância fundamental para a empresa. O lateral direito Daniel Alves deve ser escolhido como garoto-propaganda.
A Big Cola pretende fortalecer sua participação no mercado – ela está em onze países no momento. Segundo Jorge López Doriga, diretor corporativo da empresa, o plano é que ela se torne uma multinacional em dez anos.
Ainda em 2011, a Big Cola deve entrar no mercado brasileiro.
CBDA eleva índice exigido pela Fina e cria seletiva exclusiva para Mundial
A CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) divulgou nesta quarta-feira os critérios para formação da equipe verde-amarela que disputará o Mundial de Xangai, na China. A entidade decidiu impor índices elevados em relação ao exigido pela Fina (Federação Internacional de Natação) e criou uma seletiva exclusiva para a obtenção das marcas, além do Troféu Maria Lenk.Os índices foram aprovados pelos seis técnicos membros do Conselho Técnico Permanente: Alberto Silva, Arilson Silva, Fernando Vanzella, Marcos Veiga, Luiz Raphael e Márcio Latuf.
“Estabelecemos tempos mais fortes que o índice A da Fina porque fizemos um estudo em cima dos tempos obtidos nas principais competições dos últimos anos e entendemos que os tempos indicados pela Federação Internacional estão aquém da evolução alcançada e do atual crescimento da natação brasileira. Se quisermos obter resultados cada vez melhores, temos que levar um time condizente com a realidade do campeonato”, afirmou o superintendente técnico da CBDA, Ricardo de Moura.
Nas provas não olímpicas (50m borboleta, peito e costas, 800m livre masculino e 1.500m livre feminino) foi estabelecido como índice o 10° lugar do ranking da Fina de 2010. Só estarão convocados para elas os que também tiverem índices em provas do programa olímpico.
Os revezamentos serão formados pelos quatro melhores tempos das respectivas provas individuais. A exceção é o 4x200m livre feminino, que não participou das últimas edições de mundiais e terá um índice que precisa ser alcançado pela soma das quatro melhores do estilo.
O desempenho dos atletas será avaliado com base em três competições. O Pan-Pacífico de 2010, o Troféu Maria Lenk (em maio) e a Tentativa Mundial (em abril). Esta última foi criada pela CBDA com a exclusiva função de contabilizar índices, em estratégia semelhante à realizada no Mundial de piscina curta de Dubai, em dezembro do ano passado.
CONFIRA OS ÍNDICES EXIGIDOS PELA CBDA
| MASCULINO | PROVA | FEMININO |
| 22s13 | 50m livre | 25s20 |
| 48s74 | 100m livre | 54s69 |
| 1min47s63 | 200m livre | 1min58s20 |
| 3min49s13 | 400m livre | 4min08s75 |
| 7min54s10 | 800m livre | 8min32s82 |
| 15min10s16 | 1.500m livre | 16min18s10 |
| 25s02 | 50m costas | 28s17 |
| 54s59 | 100m costas | 1min01s08 |
| 1min58s52 | 200m costas | 2min11s40 |
| 27s50 | 50m peito | 31s12 |
| 1min00s95 | 100 m peito | 1min08s32 |
| 2min11s90 | 200m peito | 2min26s73 |
| 23s35 | 50m borboleta | 26s25 |
| 52s33 | 100m borboleta | 58s76 |
| 1min56s90 | 200m borboleta | 2min09s53 |
| 2min00s19 | 200m medley | 2min13s92 |
| 4min16s42 | 400m medley | 4min42s23 |
O espetacular nocaute de Anderson Silva sobre o ex-campeão até 93kg Vitor Belfort solidificou sua posição de melhor pound-for-pound do mundo. Vítor representou o último da lista até 84kg, pelo menos por enquanto. Isso pode mudar com o tempo. Talvez até mesmo a curto prazo. Mas quando eu paro para olhar, não consigo pensar em um único lutador que Anderson "precise" enfrentar. 13 lutas no UFC. 13 vitórias. Oito defesas de título consecutivas com sucesso. Ambos são recordes no UFC, por ampla margem.

Sem nada a provar na divisão dos médios, o que mais há para Anderson, além de perpetuar seu legado? Ele está mentindo se afirmar que não pensa sobre o rótulo de "Melhor de Todos os Tempos". Claro que ele pensa sobre isso. Todo lutador quer se tornar o melhor a ter calçado um par de luvas de MMA. Anderson não é diferente.
Novamente, Anderson é universalmente considerado como o maior lutador do mundo, pound-for-pound, e ele tem sido dono desse título por vários anos. Mas ele é o maior de todos?
Randy Couture, certamente tem de ser incluído em qualquer discussão sobre o "Melhor de Todos os Tempos". Ele tem vários recordes em sua carreira. Couture sempre será lembrado como o primeiro homem a ganhar títulos em duas divisões diferentes, peso-pesado e meio-pesado. Ele é o único homem a ganhar o cinturão pesado do UFC três vezes. Ele também é o único homem a ganhar o título até 93kg duas vezes. Suas nove vitórias em lutas por título do UFC empatam com Anderson e Matt Hughes.

Couture tem certamente uma reivindicação legítima ao título de "Melhor de Todos os Tempos". Mas é preciso pesar o valor de ganhar em todas as divisões contra o recorde de Anderson em uma. O brasileiro é um ex-competidor até 77 quilos, mas isso foi antes da sua chegada ao UFC. Ele também tem duas grandes vitórias até 93kg, incluindo uma sobre um ex-campeão Forrest Griffin. Porém, Anderson ainda não ganhou um título do UFC fora da divisão dos médios. Por isso Couture confortavelmente segura as pontas com o sucesso multi-divisão dentro do UFC.
Onde Anderson se destaca em relação ao seu rival mais velho é no período de seu reinado invicto no UFC. A maioria das pessoas provavelmente irá se surpreender ao saber que a maior seqüência de vitórias do Couture no UFC, é de sete lutas, e ele perdeu três vezes fora do UFC, finalizado. 'The Natural' nunca passou mais de quatro lutas profissionais sem prejuízos. E sua mais longa sequência de vitórias na última década é de três.
Novamente, a definição da grandeza de todos os tempos ou aponta para Couture e seu sucesso em todas as divisões ou para Anderson e seu reinado inigualável nos médios. Entretanto, não vamos esquecer esse cara chamado Georges St-Pierre.

GSP pode sacar Anderson deste debate, conseguindo uma vitória sobre o brasileiro numa futura luta de peso combinado que definiria quem é "o cara" do pound-for-pound. É uma luta, muitas vezes cogitada em bares e em fóruns na internet, e o presidente do UFC Dana White parece empenhado em fazer acontecer, se GSP passar por Jake Shields em abril. Para que conste, eu mudo de idéia o tempo todo. Um dia, eu acredito firmemente que não há razão para Anderson deixar o conforto da divisão dos médios. No dia seguinte, se torna um requisito para se tornar o melhor pound-for-pound.
A verdade é que não existe uma resposta certa. Não até Anderson, Couture e GSP concluírem suas carreiras. O MMA tem uma história curta, e é impossível prever como os fãs vão avaliar as respectivas carreiras de Randy Couture, Anderson Silva e Georges St-Pierre daqui a 20 anos. Tudo o que podemos fazer é olhar para o boxe com mais de um século de história para alguma orientação.
A maioria das listas Top 10 incluem alguma variação dos 15 nomes seguintes, sem ordem especial: Sugar Ray Robinson, Henry Armstrong, Willie Pep, Roberto Duran, Benny Leonard, Sam Langford, Joe Gans, Muhammad Ali, Joe Louis, Roy Jones Jr., Jack Johnson, Manny Pacquiao, Harry Greb e Floyd Mayweather Jr.
Apenas seis dos nomes dessa lista não ganharam títulos em várias divisões. Três deles, Ali, Louis e Johnson, eram pesos pesados. Langford nunca ganhou um título mundial legítimo, mas isso aconteceu pelas realidades racistas de sua época, não pelo seu talento, já que ele derrotou muitos ex-campeões ou futuros de leves até meio pesados. Em qualquer outra época, Langford conseguiria títulos em várias divisões. Pep e Gans lutaram apenas em suas respectivas divisões, pena e leve.
Contraste essa lista com os detentores de recordes de defesas de título na história do boxe. Louis detém a marca de todos os tempos com 25. Joe Calzaghe, Sven Ottke, Dariusz Michalczewski, Bernard Hopkins, Eusebio Pedroza, Wilfredo Gomes, Khaosai Galaxy, Pongsaklek Wonjongkam e Ricardo Lopez possuem históricos feitos em suas respectivas divisões, mas raramente se vê qualquer um desses nomes pipocarem em listas dos melhores pound-for-pounds de todos os tempos.
Portando é seguro afirmar que a alegação de Anderson Silva para "Melhor de Todos os Tempos" seria mais convincente nas próximas décadas, se ele for capaz de subir de peso para capturar o cinturão até 93kg. Defender seu título médio por mais umas duas vezes não vai melhorar muito seu legado, a menos que ele queira estar mal rankeado nessa lista.
Se eu fosse da equipe de Anderson, eu acho que o caminho para solidificar o seu legado é muito claro. Ele deve primeiro enfrentar GSP, supondo que o canadense passe por Shields.

Essa luta tem tudo para ajudar a definir o legado de GSP. Ela não traz muito para Anderson. Vamos ser honestos por um momento. A diferença de tamanho entre os dois vai ser chocante. Se GSP vencer, será uma das maiores surpresas de todos os tempos. Se Anderson ganhar, ele bateu alguém que deveria vencer, independentemente da grandeza de GSP.
No entanto, é uma luta que tem que acontecer. GSP quer. Os fãs exigem. E a Zuffa reconhece que pode muito bem ser a maior luta da história do UFC. Por isso, faz muito sentido a partir de muitas perspectivas, com exceção de Anderson.
Levando em consideração que Anderson passe pelo teste GSP, eu acredito que ele deveria desafiar imediatamente o campeão dos meio-pesados. Sem delongas, suba de peso e tente fazer história. A única coisa que ninguém foi capaz de realizar, nem Couture e nem BJ Penn (que é o único campeão de duas divisões, na história), foi ser dono simultaneamante de cinturões em duas categorias. Anderson tem o tamanho e as habilidades para fazer exatamente isso.
Em seguida, deve defender os títulos, subir e descer de peso até a sua sorte se esgotar. Se Anderson conseguir reunir duas ou três defesas em cada peso, ele será sinônimo de grandeza no futuro. O outro final seria ganhar o título dos meio-pesados e se aposentar no dia seguinte.
Acho que Anderson precisa ser muito cuidadoso, ao lutar na categoria de cima sem cinturão envolvido. Esses são os riscos desnecessários. Vencer não melhora o seu legado e perder esmaga, porque elimina o argumento de seus fãs que Anderson poderia ter dominante até 93kg, assim como fez até 84kg. Esta tese é fundamental para o argumento "Melhor de Todos os Tempos", se o campeão não subir de peso e lutar pelo título.
Silva é o "Melhor de Todos os Tempos"? Baseado no que ele fez até hoje e o que aconteceria se ele enfrentasse Mauricio 'Shogun' Rua, ou qualquer outro campeão meio-pesado, que não seja especialista em ground and pound, é difícil argumentar contra ele.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Encontro Marcado
De um lado, o time que dominou a última década e agora parecia desacreditado. Do outro, a equipe que mais bateu ponto em campeonatos nacionais. A final da Liga de Basquete Feminino já tem hora, local e adversários marcados: Ourinhos e Santo André fecharam suas séries semifinais em 3 a 2 nesta segunda-feira e avançaram para decidir o torneio no domingo, às 10h, em jogo único em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Santo André aproveitou o apoio da torcida para bater Catanduva por 62 a 59, e Ourinhos arrancou uma vitória heroica por 66 a 63 dentro da casa de Americana.
Micaela comandou o show em Santo André, com 28 pontos e cinco roubos de bola. Sua coadjuvante foi a pivô Ega, com 15 pontos pela equipe da técnica Laís Elena. A cubana Ariadna, que vinha se destacando, acertou apenas um dos seus 11 arremessos, mas ainda assim o time da casa garantiu a vitória. Pelo lado de Catanduva, Sil marcou 21 pontos, mas não foi o bastante para evitar a eliminação.
Laís Elena, a única treinadora a participar de todas as edições do Nacional Feminino, já estreia no novo formato da LBF com uma decisão de título. Seu time manda para casa o atual campeão brasileiro, comandado pelo técnico Edson Ferreto.
Com 19 pontos de Chuca e 16 da cubana Plutin, Ourinhos surpreendeu Americana fora de casa. Mamá, com 13 pontos, e Karla, com 10, tentaram emplacar uma reação no fim, mas não foi o bastante para evitar que as visitantes fechassem o confronto.
- Foi uma surpresa para todos, ninguém imaginava que Americana não fosse chegar à final. Mas a justiça foi feita, nós jogamos melhor. Depois de vencer uma equipe como a delas, com quatro jogadoras olímpicas, com um excelente trabalho do Zanon, agora posso esperar tudo do meu time. Nós também merecemos pelo trabalho que desenvolvemos nesse período – afirmou o técnico Antonio Carlos Barbosa, de Ourinhos, em entrevista ao SporTV após a partida.
O técnico Zanon, de Americana, vinha fazendo uma ótima campanha, a melhor da liga, mesmo estando há pouco tempo no basquete feminino. Na semifinal, contudo, esbarrou em Barbosa, que não treinava nenhuma equipe desde o Pan-Americano de 2007, quando deixou a seleção brasileira.
Sem André Heller, Campinas vira e derruba o Montes Claros fora de casa

Time capricha nos bloqueios, devolve para os mineiros a derrota do
primeiro turno e chega à terceira vitória seguida na Superliga masculina
Depois de parar o supertime do Vôlei Futuro, o Montes Claros, atual vice-campeão da Superliga, deixou escapar uma vitória em casa. Saiu na frente, mas foi parado pelos bloqueios dos adversários. Mesmo desfalcado de André Heller e com a torcida contra, o Campinas virou em 3 sets a 1 (21/25, 25/22, 25/20 e 25/23), em partida válida pela nona rodada do returno. No primeiro duelo entre as equipes, a equipe mineira tinha vencido por 3 a 0.
Foi a terceira vitória seguida do Campinas - bateu Sogipa e Volta Redonda nas rodadas anteriores. Chegou aos 33 pontos, pulando de décimo para sétimo, empatado com justamente com o Vôlei Futuro, time de Ricardinho, Leandro Vissotto, Lucão e Mário Jr. O Montes Claros, com 38, se mantém na quarta colocação.
O Campinas não pôde contar com o levantador titular, Thiago Gelinski - suspenso por número excessivo de cartões amarelos - nem com o capitão André Heller, que sentiu uma contusão antes do confronto. Teve, porém, Franco e Gustavão inspirados no ataque e no bloqueio. O time reagiu no segundo set e empatou o jogo. No terceiro, abriu cinco pontos com tranquilidade (20 a 15) e desperdiçou um set point em um erro de saque - o 14º do jogo. Alemão, do Montes Claros, foi para o saque. Em um bloqueio para fora, o time da casa cedeu a vitória por 25 a 20.
O Montes Claros voltou com mais ânimo para o quarto set, mas novamente o bloqueio da equipe de Campinas apareceu. Com um ponto nesse fundamento - o 14º no jogo -, fez 14 a 9. O time de Minas cortou a diferença para dois pontos, e o técnico Cacá Bizzocchi parou o jogo. O Campinas respirou e, com tranquilidade, voltou a pontuar. Daniel e Gustavão subiram em um bloqueio duplo e abriram 19 a 15.O time da casa continuou na cola e chegou a encostar em 23 a 22, porém os visitantes chegaram ao match point em um ataque de Daniel. Franco foi para o saque, mas a bola ficou na rede. Thiago fechou o jogo.
